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A pandemia acelera mobile banking e compras pelo celular

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Primeiro, o “mobile first”. Depois, o “mobile only”. Certamente, a pandemia tornou os hábitos das pessoas mais digitais. Redes sociais, aplicativos e games tornaram-se a melhor forma de encontrar amigos, comprar, estudar, trabalhar, entreter a criança e atenuar as angústias de ficar em distanciamento social.

O relatório da App Annie mostra que o consumidor tinha em média110 aplicativos instalados no smartphone, no segundo semestre de 2020, contra 87, no mesmo período de 2018. As categorias de Apps com maior aumento de instalações foram entretenimento com 24% e de comunicações que registrou um aumento de 17%.

Ainda de acordo com o relatório App Annie, os usuários atingiram a marca de 3,7 horas diárias na frente do celular. O valor representa um aumento de 42% diante da segunda metade de 2018. Foram 200 bilhões de horas plugados na telinha.

Mobile Banking supera a marca de 50% de transações pela primeira vez

Em 2021, pela primeira vez, as transações realizadas no mobile banking representaram mais da metade (51)% do total das operações feitas no país. É o que mostra a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2021.

O celular tornou-se o canal favorito dos brasileiros para pagar contas, fazer transferências, contratar produtos bancários, acelerando a tendência que se mostrava nos últimos anos. e as demais operações bancárias, reforçando algo já visto nos últimos anos. O número de transações feitas a partir do celular alcançou a marca de 52,9 bilhões. Em 2019, foram 37 bilhões de operações. Em todos os canais bancários, o número de operações chegou a 103,5 bilhões, registrado um crescimento de 20% em relação ao ano anterior.

O cliente bancário é digital! Juntos internet banking e mobile banking representam 67% de todas as transações. Ou seja, 8 em cada 10 pagamentos de contas são feitos por estes canais e 9 de cada 10 contratações de crédito. A abertura de contas pelos canais digitais teve uma alta de 90% em relação a 2019.

O Brasil é mobile

De acordo com o Índice Global de Compras Digitais, divulgado pela Cybersource, agora em julho, o número de brasileiros que preferem os canais de compras digitais cresceu 33% de março a dezembro de 2020. Esse comportamento coloca os estabelecimentos comerciais cada vez mais empenhados em fortalecer as experiências de compra. O estudo apontou que mais de 72% dos estabelecimentos comerciais (quase o dobro de mercados como Reino Unido, Estados Unidos e Austrália) consideraram importante a adoção de novas tecnologias, como Inteligência Artificial (IA), para apoiar essa jornada de compras.

Esses estabelecimentos apontaram ainda que serviços de retirada de produtos e as compras mobile eram as duas principais prioridades para, respectivamente, 62% e 49% dos pesquisados.
Para 62% dos estabelecimentos comerciais pesquisados entre novembro e dezembro de 2020, a prioridade estava em melhorar os serviços de retirada de produtos nas lojas – dentro delas ou na porta.

Ainda de acordo com o levantamento, 48% dos brasileiros usam smartphones para consultar produtos antes da decisão de compra. Esse patamar é quase o dobro do encontrado nos outros mercados (Reino Unido, EUA e Austrália), que mostra que seus consumidores são muito mais propensos a tomar suas decisões de compra dentro da loja física.

Em todo o mundo, não há mais volta, e criar soluções digitais e especialmente atender a esse mundo mobile é prioritário. A eMarketer aponta que os consumidores já gastam mais tempo em apps do que navegando na web. Além disso, a tendência é que, em 2021, o e-commerce cresça outros 19% no mundo todo, ganhando 25% de novos consumidores online.

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